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 Velvet Secret

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Queima das Fitas, Coimbra, Maio 2007
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1909 marca o início da publicação do Commercio da Louzã O ANO DE 1909, que marca o início da publicação do "Commercio da Louzã", entrara com ministério da presidência do regenerador Campos Henriques, que tomara posse a 25 de Dezembro de 1908.
Segundo Damião Peres, o novo governo foi recebido como de reacção ao avanço da onda republicana, como um ministério de defesa monárquica.

A 2 de Fevereiro realizara-se a assembleia do partido regenerador, tendo faltado ao plenário alguns dos seus mais reputados "marechais".
A 10 de Fevereiro teve lugar, em Vila Viçosa, um encontro entre os reis de Portugal e de Espanha. Este encontro levantou grande celeuma nos arraiais republicanos, alentando certas esperanças em alguns sectores monárquicos.

A nova sessão legislativa anunciou-se, logo de entrada, tumultuosa. Uma proposta de lei do ministro Espregueira, para um empréstimo de quatro mil contos foi combatida com a maior violência.
As oposições tentaram conseguir a constituição duma comissão parlamentar de inquérito. A maioria recusou-a. Rebentou o tumulto. Um deputado munido duma pá de bater bifes, foi despedaçando várias carteiras, enquanto os outros repetiam em grita: — Inquérito! Inquérito!".
Campos Henriques demite-se, sendo substituído por Sebastião Teles, em ministério de duração fugaz, cumprindo apenas 27 dias de governação. Estávamos a 11 de Abril de 1909, dia da publicação do segundo número do "Commercio da Louzã".
Henriques não aguentara quatro meses o cargo, e Teles teria mandato bastante mais curto: seria substituído a 14 de Maio, ainda o número sete do "Commercio da Louzã" não chegara às bancas…

Entretanto já se havia realizado o Congresso do Partido Republicano Português: em Setúbal, a 24 e 25 de Abril.
O governo era agora presidido pelo regenerador dissidente Venceslau de Lima. Substituíra o progressita Sebastião Teles a 14 de Maio, e haveria de manter-se no cargo até 22 de Dezembro.  (...)



Data: 2009-10-05

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