Horácio Tomé Marques. Um grande conhecedor das tecnologias digitais ao serviço da criação de imagens virtuais.
Ilustrador, designer gráfico, músico e outras coisas mais, Horácio Marques tem a rica particularidade de pensar a percepção humana de um modo transversal. Por vezes pensa música como luz ou a cor como timbre ou timbre como se fosse um acorde. Depois, faz uma sopa gostosa de tudo isto e serve-nos um prato delicioso de estímulo e reflexão, apelando ainda à nossa atenção para coisas como os "limites" éticos da ilusão, seja nas imagens de síntese, fotografia digital, ou cinema.
Tem experiência e profundos conhecimentos em ilustração e outras técnicas de criação artística multidisciplinar assistidas por computador: composição e manipulação “bitmap”, vectorial, síntese 3D, ou, ainda, pré-impressão profissional.
O photographo, perante os insuccessos e desenganos que a chromophotographia ainda embryonaria offerece, tentou com êxito pintar as suas photographias. A pintura photographica proporciona um largo campo artístico e convida o amador que, mesmo sem ser animado do fogo sagrado da arte, póde produzir trabalhos lindíssimos.
O estudo dos effeitos da luz e da sombra é tão importante como o da pose, porque é a justa distribuição da luz que dá á photographia a illusão de um relevo. A arte da distribuição da luz é muito despresada, mesmo pelos photographos, que só attendem á pose.
Julian Beever é um artista inglês, muito famoso e conhecido pela que vai fazendo nas calçadas de ruas da Inglaterra, França, Alemanha, Estados Unidos, Austrália, e Bélgica. O fascinante é, que apesar das imagens serem desenhadas no chão, quando vistas de um certo ângulo parecem ser tridimensionais!